E que você sinta vontade de precisar de mim. Mas não só quando houver necessidade, que você sinta isso mesmo tendo passado um dia inteiro comigo, que não veja e nem sinta as horas passando quando estiver ao meu lado, e que nunca seja o suficiente o tempo que passarmos juntos, que você sempre sinta vontade de mais, mais e mais.
Tati Bernardi.   (via 7-belos)
Senti as mãos dela subindo pelas minhas costas, trazendo minha camiseta junto e deixei que ela tirasse. Depois disso, arranhou com força do meu ombro até a minha cintura, realmente cravando as unhas, deixando marcas. Eu gemi baixo e fiz uma careta.
— Machuquei você? — ela sorriu contra os meus lábios.
— Foi uma dor gostosa — respondi.
— Tô marcando território — ela passou as mãos por onde havia arranhado, fazendo só carinho dessa vez.
— E isso significa que?
— Você é meu.
Alietro. (via allaxg)
Só quero que esqueça os momentos ruins, toda dor, todas as lagrimas. E quero que lembre os momentos bons, todos os sorrisos, brincadeiras, noites em claro, dos momentos de amor. Me lembre como uma lembrança boa. Nossas lembranças.
Bia Maria.  (via estrelamar)
Ela tem uma risada incrível. E sem querer ser um babaca, mas ela tem tudo pra ser perfeita. Mas não é, claro. Ela tem mil idiotices e chatices na bagagem. E ela tem medo de tudo. Tem um ar de menina independente, que não precisa de ninguém. Mas quando tá no escuro, ainda pede pra alguém abrir um pouquinho a porta e deixar a luz entrar. Ela tem vergonha até de ligar pra pizzaria pra pedir uma pizza, cara. Quem no mundo é assim? Mas ela é tão indiferente, que a minha diferença não afeta ela em nada. Eu acho que ela pode ser o mundo inteiro se ela quiser. E ela é teimosa. E guarda rancor na mala. Ela sabe perdoar, mas precisa de umas aulinhas de como esquecer. Quando ela desiste ou acha que sabe de tudo, não tem jeito. Meu Deus, que mania insuportável que ela tem de achar que pode burlar tudo o que mandam ela fazer. Porque ela nunca tá satisfeita com nada. Nadinha.
Robin and Stubb. (via readmitir)
— Meu nome é Hazel. O Augustus Waters foi o grande amor estrela-cruzada da minha vida. Nossa história de amor foi épica, e não serei capaz de falar mais de uma frase sobre isso sem me afogar numa poça de lágrimas. O Gus sabia. O Gus sabe. Não vou falar da nossa história de amor pra vocês porque, como todas as histórias de amor de verdade, ela vai morrer com a gente, como deve ser. Eu tinha a expectativa de que ele é quem estaria fazendo meu elogio fúnebre, porque não há ninguém que eu quisesse tanto que…— Comecei a chorar. — Tá, como não chorar. Como é que eu…Tá.
Respirei fundo algumas vezes e retomei a leitura.
— Não posso falar da nossa história de amor, então vou falar de matemática. Não sou formada em matemática, mas sei de uma coisa: existe uma quantidade infinita de números entre 0 e 1. Tem o 0,1 e o 0,12 e o 0,112 e uma infinidade de outros. Obviamente, existe um conjunto ainda maior entre o 0 e o 2, ou entre o 0 e o 1 milhão. Alguns infinitos são maiores que outros. Um escritor de quem costumávamos gostar nos ensinou isso. Há dias, muitos deles, em que fico zangada com o tamanho do meu conjunto ilimitado. Queria mais números do que provavelmente vou ter, e, por Deus, queria mais números para o Augustus Waters do que os que ele teve. Mas Gus, meu amor, você não imagina o tamanho da minha gratidão pelo nosso pequeno infinito. Eu não o trocaria por nada nesse mundo. Você me deu uma eternidade dentro dos nossos dias numerados, e sou muito grata por isso.
A Culpa é das Estrelas.    (via estrelamar)